“Metal Zone” apoia e desapoia a Independência Versão 2.0 e a entrada de “amigas” no partido

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Enquanto a gang anarquista burocrática liderada pelo carismático “minini di Soncent kon estadia na Kapital”, vulgo Tey, prepara o assalto ao território thug (ou será kassubodi) no dia 5 de Julho de um ano qualquer, o staff Feedback – que não tomará parte no evento, alegando longa vida à thugmania por enquanto existe a kassubodizason institucional na república exemplo em África e arredores – informa que os Kreator (banda alemã cujo nome nos anos oitenta era Tormentor pela voz do seu vocalista Miland Petrozza via T +) autoriza aos protestadores e activistas do sofá o uso da música “Violent Revolution” como hino da revolução, independência e hipocrisia 2.0. Sabe-se que no pós essa coisa do dia cinco, o M.P.C.V, os punks anti-sistema e anti qualquer revolução que não tenha saído da Troika partidária irão organizar um acampamento e simultâneo na Praça Alexandre Albuquerque e Praça Nova, como forma da não inclusão de nenhum grupo Metal nos festivais deste ano. Krioula, a mais nova, histórica e única revista feminina “li di town”, liderada pela loira da Zona J de Chelas, Lisboa, Portugal, traz a notícia que desse acampamento congresso dos punks, irá sair uma deliberação unilateral e ditatorial com a assinatura do maior líder de sempre, El Ditador versão mindelense, sobre a inclusão no partido de todas as “amigas” do país. Ah! A confirmar a presença dos Kreator nas duas praças com o patrocínio dos TACV…

Kreator trazendo “Violent Revolution” para o blog Feedback

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