“Mas afinal quem são…” os Cannibal Corpse (a banda que não veio ao Kriolo Jazz)?

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Com as fotos de El Ditador e Redy estampadas desde esta manhã de 2ª feira um pouco por toda a Praia com o dizer “Procura-se!” – colocadas a título de informação pela comunidade do Metal da Praia face a mais uma promessa não cumprida pela parte destes piratas representantes do M.P.C.V – Feedback, que “cé boca ca ta lá”, aproveita este momento para trazer a nosso blog os Cannibal Corpse, banda de Grind Jazz que ao lado dos The Mars Volta foi confirmado por Redy e El Ditador no blog Feedback e posteriormente negado pelo skatista edil Ulisses e Djô da Silva ao início da manhã deste último Domingo em conferência de imprensa na CMP. Num C.P.E.S (Copy Paste Editorial Subversivo) que começa em 1988 na zona de Buffalo, Nova Iorque, após um ensaio inspirado em filmes de terror e bandas como os Slayer e Death, os Cannibal Corpse saíram das tumbas sonoras para trazer ao mundo seu Metal compulsivo, para desespero de muitos pais norte-americanos e “worlwide” que a partir de 1990 começariam a ouvir “Eaten back to live” (seu 1º álbum) zunindo constantemente e compulsivamente nos quartos dos seus até à data “inocentes” filhos.

Cannibal Corpse: o maior recordista do Guinness Book de capas censuradas pelo Parental Advisory sendo também “censurado” no blog Feedback

Num primeiro trabalho com músicas ao melhor estilo Formula 1 de fazer inveja aos Napalm Death e com letras certamente não indicadas para ninar crianças dos 7 meses aos 77 anos, as quais foram rapidamente censuradas pelo Parental Advisory americano, os Cannibal Corse criariam a partir deste seu primeiro registo um aficionado (e crescente) núcleo de fãs amantes de Grind misturado com “horror movies”, CSI, Scream e o anjinho Freddy Krugger. Com 1991 batendo à porta e sem nunca ter ouvido “Nevermind” dos Nirvana, os Cannibal Corpse liderados pelo seu vocalista Chris Barnes soltariam o para lá de pouco delicado “Butchered at birth” que mais uma vez teve sua inocente capa banida, mas que captou o interesse de Hollywood tendo os Cannibal Corpse sido convidados a participar do filme “Ace Ventura” do para lá de subversivo comediante Jim Carey.

“Death walking terror” directamente da tumba para o blog Feedback

Vistos com um canto do olho por parte da sociedade americana, odiados pelos fãs de Britney Spears (e CV Mix), perseguidos álbum a álbum pelo “Parental Advisory” que sempre fez questão de marcar presença nas suas capas para lá de “hardcore”, os Cannibal Corpse continuariam a fazer das suas com músicas pouco convencionais em outros intensos (e perturbadores) álbuns como “Tomb of the mutilated” (92) e “The Bleeding” (94) que garantiram a esta formação a condição de uma das mais pesadas e importantes bandas do Death Metal mundial dos anos 90. Apesar deste nobre (e pesado) título, os Cannibal Corpse viriam a ter em seus anos de estrada diversas mudanças de integrantes, sendo mais marcante a saída em 94 do vocalista Chris Barnes, para muitos a alma subversiva deste grupo americano. Substituído por George Fisher, ex vocalista dos Monstrosity, outra das bandas que nunca irá passar no CV Mix, os Cannibal Corpse soltariam mais barulho sonoro em 98 com “Gallery of suicide” e seguidamente com “Bloodthirst” de 98 e “Live cannibalism” abrindo o novo século XXI.

“Priests of Sodom” para a alegria dos nossos vizinhos do ProMetal

Nunca tendo mudado uma letra e um riff sequer de uma sonoridade que os deixou mundialmente famosos (e também odiados), os Cannibal Corpse já no século 20 e 1 continuariam accionando o verbo “aterrorizar” no mundo da música com outros pujantes e macabros trabalhos como “Wretched plan” (2004)  indicado para quem sofre de problemas auditivos (e que quer desentupir o ouvido sem ir a um Otorrino) e o para lá de violento (e óbvio) “Kill” de 2006. Com anos e mais anos de estrada tocando em bares barra pesada; sendo testemunhas oculares de muitas brigas de bar envolvendo gangs rivais de motoqueiros; comendo pão de hamburger salgado (igual ao que Zema nos tem amassado) e perseguidos pela censura da indústria discográfica americana, os Cannibal Corpse comemorariam seus 20 anos de carreira em 2008 com “Centuries of torment: 20 years”, um CD e DVD de fazer inveja aos filmes mais horrendos de Hollywood. Em 2009 os Cannibal Corpse lançariam seu 10º trabalho, intitulado “Evisceration Plague” para alegria dos amantes do Grind Jazz mundial e “berdiano” que infelizmente não viram neste passado fim-de-semana estes insanos metaleiros (e jazzistas) no eclético palco do Kriolo Jazz…

Quem disse que só a “gangue” do Zouk Love e do R´N´B pode fazer “Feat.”? Cannibal Corpse e Jim Carey, o comediante pirata, fazendo um “Feat.” explosivo subversivo na pesada “Tomb of the mutilated”

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