Hernani Almeida leva para Fonte Cônego a Categoria “Melhor Instrumentista” do CVMA

"Feedback News"

Num tapete vermelho do CVMA que viu passar a nata da música nacional não faltando como é óbvio muitos óculos escuros, fatos “biristyle” e cortes de barba feitos nas sucursais de Roterdão e Boston da Barbearia Mindelense – Cabo Verde e o Feedback assistiram a uma das mais bem conseguidas coberturas jornalísticas feitas nestes 27 anos de vida da nossa querida TéCéVé. Depois da cobertura das Legislativas pilotada “que kel moral” pelos cabelos cor de fogo da Fénix do jornalismo nacional, foi a vez de Waldemar, o homem que conta sempre consigo, dirigir com apoio da era digital e um maroto sorriso de muitos desenrascanços ao vivo, a cores e sem Rewind nos Telejornais da vida este badalado evento do “show buzz” aqui das ilhas.

Dias, o Beto, o homem que mais arrecadou (e chorou…) no CVMA 2011

Com nosso herói Jorge Neto desfilando seu fato Armani pelos palcos do CVMA, com a calada Mo Kalamity passando que nem um E.T pela fofinha jornalista da nossa telinha e com o “Rebound Chick” do outro Freitas fazendo mexer uma platéia de músicos e engravatados kapitalistas, de onde constava nosso Premiére, o CVMA bem ao jeito cabo-verdiano, e sempre apoiado pelo empresariado lusitano, trouxe ao país algumas boas surpresas como os merecidos prémios atribuídos aos santantonenses Cordas de Sol bem como a vitória do representante de Fonte Cónego e colaborador do programa Feedback (ele mesmo Hernani Almeida!) na Categoria “Melhor Instrumentista”. No meio de outras tantas nomeações como o de DJ Bife, que terá em 2012 a concorrência de El Ditador disfarçado de DJ Frikandel; do emocionado Beto Dias e dos apagões, não da ELECTRA, mas de uma dispensável apresentadora lusitana que sempre deixava de calça curta o bom (e desenrascado) Waldemar, por estas e por outras, o CVMA caiu no agrado do povo cabo-verdiano, esperando nós em 2012 uma nova versão deste certame dedicado à música cabo-verdiana como a Morna, o Batuque, o Funaná e, é claro o inevitável Cabozouk…

Alheio ao sentimentalismo do “Totalmente di bo” e sem nunca ter metido os pés numa “Festa mascarado”, Hernani Almeida mais uma vez passou na contramão da dita normalidade musical do país para trazer a nós, que não somos masoquistas nem fomos convidados, o bonito trabalho “Caalma” que deixou marcas no CVMA

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